segunda-feira, 15 de junho de 2009

Culto do Paraíso

Hoje é um dia especial para os messiânicos. É celebrado, às 19h, o Culto do Paraíso – que relembra a data em que Meishu-Sama, o fundador da Igreja Messiânica, recebeu, no monte Nokoguiri, a revelação divina de que naquele dia, 15 de junho de 1931, iniciava a transição da Era da Noite para a Era do Dia.
Em Macapá a Igreja é na avenida Almirante Barroso, entre Hamiltom Silva e Manoel Eudóxio.


O que é o Paraíso Terrestre pregado pela Igreja Messiânica?
Veja o que Meishu-Sama disse em 25 de janeiro de 1949:

"Paraíso Terrestre é uma expressão que soa maravilhosamente. Não há nenhuma outra que inspire mais Luz e Esperança. A maioria das pessoas, no entanto, considera o Paraíso Terrestre uma utopia, algo sem qualquer possibilidade de realização. Quanto a mim, creio na sua chegada e sinto-a bem próxima.
Meditemos na grande advertência bíblica: “Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos Céus”. Parece-nos impossível que o grande fundador do poderoso cristianismo, que influenciou metade do mundo, tenha proferido palavras sem fundamento.
É natural que todos queiram saber o que seja o Paraíso Terrestre. Vou descrevê-lo apelando para a imaginação.
O Paraíso Terrestre pode ser compreendido como o Mundo dos Felizes. Será um mundo de alta civilização, isento de doença, pobreza e conflito. Cabe a nós, entretanto, encontrar a forma de minorar o sofrimento humano e transformar em paraíso este mundo repleto de males."

Na boca do forno

Pesquisa de intenção de voto publicada hoje no blog Repiquete mostra que o ex-deputado Lucas Barreto (PTB) lidera as intenções de voto para o governo do Amapá.
Em segundo e terceiro lugares respectivamente estão os deputados Camilo Capiberibe (PSB) e Jorge Amanajás (PSDB).
A pesquisa mostra também que quem tem a menor rejeição é Lucas Barreto.
Vai lá no Repiquete ver os detalhes.

Roleta russa

Quando a polícia vai dar um basta na peraltice desses filhinhos de papai que vivem fazendo roleta russa no trânsito nas madrugadas de Macapá?

O homem-caricatura

Leia aqui

A Intermerda

Como no Amapá tudo acontece, a internet discada, por incrível que pareça, é mais rápida que a via rádio.
Daí dá pra vocês terem uma idéia daquilo que chamamos de Intermerda, Interlerda,Interlenta e CipóNet.
É um serviço de péssima qualidade, capitaneado por empresários gananciosos e irresponsáveis. Empresas que não se modernizam, não investem nenhum tostão, mantendo a mesma estrutura que tinham quando foram criadas.

Eu sou assinante da BNO – o provedor mais antigo deste estado e talvez o pior hoje. A BNO, cujo valor da mensalidade é R$ 180, funciona razoavelmente algumas horas pela manhã. A tarde funciona alguns minutos e à noite, por volta das 22h30 costuma sair do ar para voltar só na manhã seguinte. Nos finais de semana e feriados raramente funciona e não adianta tentar contato com o suporte. O telefone do suporte (3312-5400) só atende em horário comercial. Também não adianta ir à empresa, pois fora do horário comercial não tem ninguém lá. Há um celular (9126-4936), mas este também só atende em horário comercial. Atende... mas não resolve o problema.


Estou à procura de um provedor menos ruim que a BNO. Alguém me indica?

ATUALIZAÇÃO às 10h50 - Gente, acabei de receber uma ligação do empresário Fábio Renato, da BNO. Ele está em Belém extamente tratando de um projeto que, segundo ele, vai melhorar e muito o acesso à internet. Me falou dos investimentos que está fazendo para executar este projeto que consiste em trazer a banda larga. Garantiu que dentro de três meses a BNO já estará operando com banda larga. No meio da semana quando chegar em Macapá ele me dará detalhes do projeto e eu conto aqui pra vocês.

domingo, 14 de junho de 2009

Agora é pra valer

Vai beber e dirigir? Então coloca logo na carteira, junto com o dinheiro da cerveja, mais mil reais para pagar a fiança caso a polícia te flagre ao volante depois de uns gorós.
O delegado Ericláudio Alencar disse que a partir de agora vai jogar duro com quem ainda não aprendeu que direção e bebida não combinam.
E avisou: a fiança é mil reais (quem não tiver vai pro presídio), a multa por dirigir alcoolizado é mais de 900 reais e os advogados não estão cobrando menos de cinco mil para defender esses irresponsáveis.
Tomara que desta vez deixem o delegado trabalhar. Da outra vez que ele tentou puxaram o tapete dele porque o que tem de autoridade e de filhos de autoridades dirigindo bêbados nesta cidade é um exagero.

Frase do dia

“A minha admiração pelos blogueiros amapaenses aumentou depois que conheci a realidade que vivem, em relação a "essa coisa" chamada internet.”
(Jornalista Ernâni Motta, que passou 15 dias em Macapá)

Tá no jornal O Estado de S.Paulo:

Na solidão do poder, Sarney vive seu outono do patriarca

João Bosco Rabello e Christiane Samarco, BRASÍLIA

Com passos curtos e seguros, vestindo um sobretudo de lã preta, José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, 79 anos, entrou na noite de segunda-feira na residência oficial do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). Na área externa da casa, em volta do presidente Lula, grupos de políticos e jornalistas conversavam animadamente e esperavam o jantar em homenagem aos participantes da 4ª Conferência Legislativa de Liberdade de Imprensa. Feitos os cumprimentos protocolares, um José silencioso, que não denunciava a biografia com mais de meio século de poder político, fugiu do burburinho e ficou parado no primeiro dos três degraus que separam o salão da casa do jardim virado para o Lago Paranoá.

Apartado da descontração em torno de Lula e recolhido do frio das noites candangas de junho, o ex-presidente da República, ex-governador de Estado, presidente do Congresso, ex-deputado federal e senador José Sarney ouviu de um jornalista a pergunta: “Presidente, o Senado já está mais ameno?” E Sarney, expondo os indícios do fardo em que se transformou o cargo, respondeu: “Meu filho, aquilo não ameniza nunca.”

Era o início da semana em que, depois de todos os escândalos - da hora extra sem limites à profusão de diretores -, a reportagem do Estado revelaria o caso dos atos secretos que fizeram da direção-geral do Senado um guichê de distribuição de empregos e salários entre amigos, na última década e meia.

A noite na casa de Temer expôs um Sarney que fez história, mergulhou no vício solitário do poder e vive o autêntico outono do patriarca. A ideia de disputar pela segunda vez a presidência do Poder Legislativo já foi um arroubo extemporâneo. Como revelam alguns dos amigos mais íntimos, a real motivação para essa disputa foi a conquista de um cargo político poderoso para enfrentar a investigação que a Polícia Federal fazia nas empresas da família, a Operação Boi Barrica.

A PF chegou a pedir ao juiz da 1ª Vara Criminal de São Luís a prisão preventiva de um filho de Sarney, Fernando, e da nora, Teresa Murad Sarney. O presidente do Congresso temia que a espetacularização que caracterizava as operações da PF naqueles dias acabasse por levar até a prisão da neta, filha de Fernando e Teresa. Em conversa com amigos, chegou a desabafar: “Para protegê-la mandei que só dormisse com a avó” - a família temia uma operação de busca, apreensão e prisão na residência de São Luís.

OCASO
Quem acompanha há mais tempo - e de perto - a trajetória do senador identifica dois atores políticos distintos: o “Sarney do Maranhão”, que virou senador pelo Amapá, e o “Sarney nacional”. O do Amapá, que garantiu a manutenção da sua vaga no Congresso, passa despercebido. O do Maranhão ganhou oxigênio político com a volta da filha Roseana ao governo estadual. Mas o Sarney “nacional” hoje é politicamente mais frágil que o de novembro do ano passado, antes da disputa renhida com o PT pelo comando do Congresso. A briga com o senador Tião Viana (PT-AC) estendeu-se após a eleição e deixou sequelas que não amenizam.

Na avaliação de um dirigente do PT, Sarney continua “muito forte” com o lulismo, mas desgastou-se com o petismo. O PT absorve no limite estritamente necessário sua aliança com o Planalto, mas sempre que pode deixa clara a incompatibilidade dos DNAs políticos. A soma desses fatores expõe um Sarney frágil e compõe a fotografia de uma liderança histórica em declínio, em que pese a reconquista do poder regional, por meio da filha, Roseana, que o TSE devolveu ao governo do Maranhão.

A volta da senadora ao Palácio dos Leões dá gás ao chamado grupo sarneysista, que vinha perdendo espaço no Estado. Com a retomada da máquina do governo, a tendência é recuperar a base perdida para Jackson Lago (PDT), cassado por abuso de poder econômico. Prova disso é que, quando assumiu o governo em 17 de abril, Roseana e seu grupo eram minoria na Assembleia. O placar em favor de Lago e seus aliados era de 42 a 16. Menos de dois meses depois, Roseana já contabiliza o apoio de 30 deputados estaduais, mas a repercussão disso na liderança nacional de Sarney é praticamente nula.

O ocaso da liderança do patriarca Sarney se dá por fatores múltiplos, em que o cronológico é o de menor relevância. Aos 79 anos de idade, com boa saúde e aparência, Sarney se vê distante da geração dos políticos locais. Lá se vão 30 anos desde a última vez em que disputou uma eleição no Maranhão, onde a maioria dos atuais prefeitos não o conhece pessoalmente. Só um projeto nacional em torno de Roseana teria poder de reverter a curva descendente em que ele se encontra, como ocorreu nas eleições de 1994 e 1998, mas principalmente depois da morte do deputado Luís Eduardo Magalhães (PFL-BA), quando ela passou a ser alternativa das correntes mais conservadoras à sucessão de Fernando Henrique Cardoso. Veio o caso Lunus - operação da PF que apreendeu mais de R$ 1 milhão em espécie em empresa da família durante a campanha eleitoral -, que alijou Roseana da disputa e jogou Sarney nos braços do PT (ele atribuiu a operação a uma conspiração do hoje governador José Serra, então candidato do PSDB ao Planalto).

ACM
Tal cenário gera efeitos semelhantes ao experimentado pelo ex-senador Antônio Carlos Magalhães - assim como Sarney, uma liderança nacional consolidada a partir de um império político regional. A longevidade da cultura política fisiológica de ambos transformou-os em líderes com doutrinas próprias que passaram a integrar o vocabulário político brasileiro: o “carlismo” e o “sarneysismo”. Ainda em vida, ACM assistiu à lenta deterioração do carlismo, como Sarney experimenta agora em relação ao sarneysismo. O grupo carlista sobrevive à morte de ACM na Bahia, mas não dá mais as cartas do jogo político nem está na linha de frente da disputa pelo poder. Assim como os “sarneysistas” se escoram apenas na figura do patriarca e na posição institucional que Sarney ocupa no Congresso. Olhando o panorama nacional, a tendência é de declínio.

Depois de enfrentar a campanha do “Xô Sarney” em uma eleição difícil contra Cristina Almeida no Amapá, o senador acabou mostrando que a visão apurada da velha águia política, que lhe rendeu cálculos políticos precisos e o levou à Presidência da República -, começa a dar sinais de alguma miopia. Forçado a disputar a sucessão do Senado, calculou que poderia ser guindado à presidência sem disputa. Errou.

Contou com o apoio de Lula para influir a seu favor, mas não aconteceu bem assim. Cometeu novo equívoco quando supôs que seria fácil derrotar Viana. Quis vestir o figurino confortável de candidato da instituição, com o apoio da oposição, mas não teve os votos do PSDB que contava como certos. Mal assumiu a cadeira de presidente, teve de afastar seu amigo e compadre Agaciel Maia da diretoria-geral, algo que julgou ser possível evitar se derrotasse Tião Viana. Por fim, não teve a dimensão do escândalo que abalaria o Senado e achou possível evitá-lo com a mesma fórmula de 14 anos atrás, de contratar uma consultoria da Fundação Getúlio Vargas.

As feridas da disputa com o PT já tinham evoluído da fase da sangria para uma hemorragia política que transformou a FGV em ator figurante. Alimentada por setores do funcionalismo do Senado que sonhavam em tomar o poder com Tião Viana, a oposição a Sarney trouxe denúncias que lhe atingiram diretamente: um auxílio-moradia pessoal indevido e um neto exonerado por ato secreto, depois de flagrado em nepotismo explícito. A estratégia de transferir ao primeiro-secretário, Heráclito Fortes, o ônus das explicações sobre as denúncias contra o Senado não funcionou mais. Sarney se viu obrigado, ele mesmo, a dar declarações em defesa própria.

Nesse ponto, o fator cronológico passa a ter importância. Sarney já fez as contas e sabe que não terá mais tempo para recuperar o desgaste de imagem e renascer forte aos 81 anos, quando termina o mandato à frente do Senado. O clima já não lhe será tão favorável como parecia profetizar ao recusar-se a ir para o jardim da residência oficial da Câmara na noite da última segunda-feira: “Está muito frio lá fora.”

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Chá das cinco

Vesperal
José Edson dos Santos

Tua boca
de tomate e vodca
contrasta a tarde
metódica
a invadir a dialética dos
sentidos.
(José Édson dos Santos é amapaense, mas há vários anos mora em Brasília. Tem vários livros publicados. "Vesperal" foi extraído do livro "Bolero em noite de cinza", lançado em 1995 em Brasília)

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Chá das cinco

HÁBITO
Carlos Magno


O poema começa
com desassossego
riscos, lances, zelos,
gestos cobertos
em chama
e degredo.
O poema começa
pela tensão
entre os poros
do corpo, os pólos
da ternura
e do relevo.
O poema finda
mas não cessa
feito prece
(ou praga)
em torvelinho
torna-se timbre
ao vento surdo
e seu verso
é pedra, é pó
é terra, é cinza.
(Carlos Magno Pereira Fernandes é professor universitário, poeta, escritor e jornalista. Nasceu no Rio Grande do Norte, passou alguns anos em Macapá lecionando jornalismo na Faculdade Seama. Ano passado retornou ao Rio Grande do Norte.
Tido como um dos melhores professores da Seama, ganhou de seus alunos a comunidade “Eu amo o professor Carlos Magno”, no Orkut).

Bom dia!

"Para a construção de um mundo pleno de Verdade, Bem e Belo só há um meio: a prática do Amor e do Bem."
(Meishu-Sama, fundador da Igreja Messiânica)

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Chá das cinco

Tarde de amor
Osvaldo Simões

quero teu corpo
moído de amor
incensarei o quarto
para te satisfazer
com novo odor
quero tua voz sussurrando
mostrando-se contente
te quero presente
dançando olor
quero teus beijos
teus lábios
com sabor de qualquer licor
quero na tarde chuvosa
enxugar teu corpo
sem nenhum pudor...
(Osvaldo Simões Filho é poeta e jornalista)

Bico-de-pena

Esta é avenida Mendonça Furtado em 1956. A obra é do desenhista amapaense Diniz Botelho Filho, que nasceu aí nesta primeira casa - a de número 313 - em 1957.
Diniz há mais de dez anos mudou-se para Belém. Semana passada criou um blog para retomar contato com amigos que aqui deixou e compartilhar suas obras. Belíssimas, por sinal.
O endereço http://dinizbotelho.blogspot.com
Vai lá!

Tá no Estadão:

Neto de Sarney foi beneficiado

João Fernando Michels Gonçalves Sarney é um jovem de 22 anos que está perto de terminar o curso de administração numa faculdade particular de Brasília.
Apesar da pouca idade e de ainda não ter diploma, ele carrega no currículo, além do sobrenome de peso, um emprego de prestígio. Por um ano e oito meses, João ocupou formalmente um dos postos mais altos da estrutura funcional do Senado. Foi secretário parlamentar, função que dá direito a salário mensal de R$ 7,6 mil. A história agora se tornou conhecida graças à revelação dos atos secretos.

É o próprio João Fernando quem revela as credenciais que lhe garantiram o bom emprego. Procurado ontem pelo Estado, respondeu sem rodeios à pergunta sobre sua relação com o presidente do Senado. "Sou neto do senador Sarney, meu pai é o Fernando", disse. Ele se referia a Fernando José Macieira Sarney, filho mais velho do senador e encarregado de tocar os negócios da família. A mãe de João, Rosângela Terezinha Michels Gonçalves, candidata a Miss Brasília em 1980, é ex-namorada de Fernando.

O rapaz foi nomeado assessor do Senado em 1º de fevereiro de 2007. Quem assinou a nomeação foi o atual diretor-geral da casa, Alexandre Gazineo, na
época adjunto do então todo-poderoso Agaciel Maia. João deveria trabalhar no gabinete do senador Epitácio Cafeteira, do PTB do Maranhão, terra dos Sarney. Esteve lotado no Senado até 3 de outubro do ano passado, quando um novo ato secreto, também assinado por Gazineo, formalizou sua saída.

Indagado sobre suas atividades no gabinete, João Fernando respondeu que "fazia de tudo um pouco". Antes, porém, perguntou: "Como você soube que eu trabalhava lá?" Ele garante que comparecia ao trabalho de segunda a sexta-feira. O Estado telefonou ontem para o gabinete de Cafeteira. A funcionária que atendeu a ligação disse não conhecer nenhum João Fernando que tenha trabalhado ali.

João Fernando diz que teve de deixar o emprego porque "estava sem tempo". Em seguida, completou: "Foi quando começou aquela decisão (sic) sobre nepotismo." A saída coincide com a crise instalada no Senado após o Supremo
Tribunal Federal proibir a contratação de parentes nos três Poderes.

Bom dia!

"Deus atribuiu ao ser humano, o mais nobre dos seres, a missão de construir o Reino dos Céus na Terra."
(Meishu-Sama, fundador da Igreja Messiânica)

O que eles cantam embaixo do chuveiro

Moisés
Um, dois, Um, dois...
Eu tento te esquecer
Mas tudo que eu escrevo

(denúncias, relatórios etc)
É sobre você
Eu não posso me enganar
Fingir que estou bem
Porque não estou


Waldez
Você não vale nada,
Mas eu gosto de você!
Você não vale nada,
Mas eu gosto de você!
Tudo que eu queria
era saber Porquê?!?
Tudo que eu queria
era saber Porquê?!?


E tem muita gente cantando assim:
Sei que pra você eu sou apenas mais um número
De uma agenda qualquer.
Com o nome trocado pra ninguém saber quem é

(e quando atende o celular só fala comigo
na "língua do p" pra fedeca não saber o que é)

Lembras...

quando as quadrilhas eram apenas quadrilhas juninas?

Bons tempos aqueles.

Na moda

Tem gente que vai dançar quadrilha com este modelito:

O dinheiro da Tizuka

O professor universitário, escritor, jornalista e blogueiro Ivan Carlo fez as contas e concluiu que a grana que o senador Sarney (PMDB-AP) e a deputada Dalva Figueiredo (PT-AP) deram para Tizuka Yamazaki fazer uma cena aqui no Amapá para seu próximo filme, dava pra fazer no mínimo 20 editais do tipo DocTV para os produtores amapaenses, que continuam chupando o dedo por falta de apoio.
Ivan Carlo enfatiza que Tizuka não entrou em nenhum edital para conseguir essa grana. "Simplesmente usou o lobby", diz.
E aconselha: "Se eu fosse ela, devolvia com o pedido desse dinheiro ser revertido para o audio-visual amapaense. Seria o mais ético a fazer."

Também acho, Ivan.

Dekko faz exposição na vice-prefeitura


Obras do artista plástico Dekko estão em exposição no Espaço Cultural da vice-prefeitura de Macapá.
“São telas que retratam o cotidiano amapaense”, diz o artista, cujas obras tem bastante linhas curvas e cores quentes porque. “Trabalho cores quentes porque elas demonstram velocidade e alegria”, diz ele.