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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Saudade

Ontem completou quatro anos que a Rainha Momo Alice Gorda foi fazer carnaval no céu.
Você sabia que a primeira batalha de confetes realizada em Macapá foi organizada por Alice Gorda?
Foi no dia 13 fevereiro de 1960, na frente do Macapá Hotel.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Ordem do desfile

Sábado, dia 21
22h - Solidariedade

Enredo: Encontro dos tambores, sons e rituais que explodem no meio do mundo


23:h0 – Emissários da Cegonha
Enredo: Amapá berço do mundo equinocial a caminho da luz mundial

1h – Embaixada Cidade de Macapá
Enredo: Do marco zero para os extremos do norte e do sul: uma viagem extraordinária pelas estradas da beleza e do encanto das civilizações

2h30 - Piratas Estilizados
Enredo: Do Marabaixo ao Carnaval - os Estilizados comandam o Encontro dos Tambores no Marco Zero da civilização

4h - Boêmios doLaguinho
Enredo: Lindo Grão Pará: Meu coração vermelho e branco quer ver-o-peso da terra de Fafá

Domingo, dia 22
22h - Jardim Felicidade
Enredo: A odisséia de um mestre-sala, que virou o rei negro na corte do carnaval

23h30 - Unidos do Buritizal
Enredo: Bum, bum, Buriti, meu lugar o meu amor

1h - Império do Povo
Enredo: Na terra das águas, navega rumo ao norte pra onde seu mestre mandar

2h30 - Piratas da Batucada
Enredo: Da fortaleza de Macapá ao Cristo Redentor - Piratão e Beija-Flor: uma maravilhosa história de amor

4h - Maracatu da Favela
Enredo: Agbá, IMI - África de nossos ancestrais: espaia semente em berço tucuju no rufar das comunidades tradicionais

Último dia de ensaio técnico

Mestre Meia Noite comanda a excelente bateria do Império do Povo

Com suas baterias, intérpretes, comissão de frente, casais de mestre-sala e porta-bandeira, rainha da bateria, passistas e alas coreografadas, Piratas Estilizados e Império do Povo fecham hoje, a partir das 20h, o calendário de ensaios técnicos no Sambódromo.

Hein?

Governador Waldez Góes e Rostan Martins ontem à noite no Sambódromo. Será que o Rostan convenceu Waldez que o Maracatu é melhor que o Piratão?

Eles sambam no meu coração

O Rei Momo Sucuruji e Neck, o Cidadão do Samba

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Jornalista na folia

Mariléia Maciel e o filhão Pedro Caio no Sambódromo

Mariléia Maciel, uma das mais dinâmicas assessoras de imprensa - ela faz assessoria para a Prefeitura de Santana, Secretaria de Meio Ambiente de Macapá, Boêmios de Laguinho etc - desde gitinha está no carnaval. Não perdia bailes infantis nem as batalhas de confetes. No coração está gravado o nome de Piratas Estilizados, a primeira escola pela qual desfilou e com uma fantasia feita de filó e fita metalóide que nada ou quase nada tinha a ver com o enredo. Nascida no Laguinho, hoje ela desfila pelos Boêmios e ajuda a colocar a escola na mídia passando diariamente informações para os jornalistas.
Mas deixemos que ela mesma conte sua paixão pelo carnaval:

"No carnaval tive duas opções: Estilizados ou Boêmios. Meus colegas de infância eram na maioria Boêmios mas meus amigos que me acompanhavam nas brincadeiras de rua, idas pras tertúlias e passeios na Zagury eram todos Estilizados. Eu vivia na casa da dona Dometila, próximo à casa do Sacaca, e todos na rua eram “ Piratinhas”, minha paixão nasceu assim, junto com meus amigos. Saía em alas em que as fantasias era à base de filó e fita metálica, sem preocupação com o enredo, nós mesmas criávamos nossas roupas e atravessávamos a Fab atrás da bateria tentando imitar as sambistas, que eram as filhas do Seu Lourenço, Cristina Almeida, Bibito e o resto das morenas que sambavam muito. Também fui às batalhas de confetes da Cândido Mendes, ia pros bailes mirins, com estrelinha e brilho no rosto,via Boêmios passar na esquina da Mãe Luzia com Eliezer Levi. Lembra do “grito de carnaval” ? Eu, de menor, ia escondida do Comissariado de Menor, uma vez entrei escondida na mala do carro da minha irmã, na sede da ASM, que tinha festas ótimas.
Depois passamos pra fase das alas que obedeciam ao enredo. Mas mesmo assim era tudo muito informal. Tínhamos uma ala formada por quem freqüentava a casa do Maurício, filho da Dometila.Saímos de índio,de japiim, de piratas, emília...nossa, muita coisa! Fiz parte da primeira ala coreografada do carnaval amapaense,acho que foi em 1986. Acredito que foi a estréia do Heraldo Almeida nesse ramo. Ensaiávamos no meio da rua, era (mais uma) ala de índio. Com lança na mão e tudo, a roupa era só uma sainha de sarrapilheira(que fizemos), colares de tento, que catávamos na frente da Igreja São Benedito, e em cima, somente um adesivo!!Nossa, estávamos podendo!!
Passei das alas pra harmonia e agora assessoria de imprensa. Fui convidada por duas escolas de samba mas acabei optando por Boêmios. Fui recebida com honras por todo mundo,eles sabem que sou Estilizados, mas vesti a camisa de Boêmios e me dedico muito, faço questão de ser bastante profissional. Acompanho os ensaios, freqüento os ateliês e barracão, me emociono com o samba, canto, danço. As pessoas da Universidade convivem comigo no dia-a-dia, independente de carnaval,então é fácil falar deles. É mais gostoso falar do que a gente vive e gosta, a prosa sai mais leve e verdadeira,e isso acontece no Boêmios. Sou fã do Carlinhos Bababá, Nega Vânia, Macunaíma, Heraldo Almeida....de muita gente que faz a Universidade. Acho que ainda vou sair na ala das baianas, vai ser um prazer. No próximo carnaval posso estar em outra escola, Estilizados, ou até da Zona Sul,sei lá, tudo pode acontecer. O importante é viver o carnaval, trabalhando, brincando ou julgando.
Curto tudo de carnaval. Blocos, ensaios,buxixos, os desfiles, bailes de carnaval, as pessoas que curtem carnaval, até as polêmicas."

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Fenaj e Sindicato dos Jornalistas exigem que a Liesa respeite a imprensa

O vice-presidente regional da Federação Nacional dos Jornalistas e presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amapá, Volney Oliveira, enviou ofício à presidência da Liga das Escolas de Samba do Amapá (Liesa) exigindo que os profissionais que trabalham na cobertura do carnaval sejam tratados com respeito.
No documento, Volney ressalta que a falta de respeito aos jornalistas por parte da Liesa motivaram várias reportagens nas emissoras de rádio e televisão, jornais impressos e blogs jornalísticos e que o assunto já foi debatido inclusive na Assembléia Legislativa, onde os deputados teceram severas críticas a administração da Liga das Escolas de Samba.
Impedir ou dificultar o trabalho da imprensa, ressalta Volney, é negar à sociedade o acesso a informação.

E a Liesa recuou

Depois de receber uma carrada de críticas dos jornais, rádios, televisões e blogs a Liga das Escolas de Samba decidiu na manhã de hoje que repórteres fotográficos e cinegrafistas terão acesso à Ivaldo Veras durante os desfiles das escolas de samba.
Até sexta-feira à noite a Liesa estava irredutível. Durante entrevista coletiva com os jornalistas amapaenses, a presidente da Liga disse que estava terminantemente proibido o acesso dos repórteres, fotógrafos e cinegrafistas a avenida Ivaldo Veras, para isso estava sendo construído um corredor na frente da área vip de onde os jornalistas poderiam fazer as imagens.
Na ocasião o cinegrafista Chocolate, da TV-Amapá, argumentou que só seria possível capturar as imagens do corredor se este estivesse num plano mais elevado que a pista. "O corredor vai ser mais alto sim", respondeu a presidente da Liesa.
Hoje mudou de idéia. Foram necessárias muitas críticas e reclamações para a que a Liesa entendesse que por melhor que seja o profissional e seu equipamento não dá para fazer as imagens daquele corredor que já está sendo chamado de curral.

Quem é?

Favelaaaaaaaa!

Olha só essa constelação do Maracatu da Favela que bota todo mundo pra sambar cantando
"Explosão de tambores
faz pulsar meu coração
União de cores
em verde e rosa... minha paixão"

Outros carnavais

Desfile de Boêmios do Laguinho no início dos anos 70, na avenida FAB

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

No ronco da cuíca

“Tu fucu pra mim
Tu fucu pra mim
Lá na Favela
Que é carnaval, que legal
Pode acender a lanterna”

Estive na lojinha do Piratão, que inaugurou sábado ali pertinho do Shopping Macapá. Está um primor. Lá tem fantasias, camisas, canecas e adesivos de Piratas da Batucada, camisas da Beija-Flor e a alegria da família Pitéo e outros piratistas recebendo a todos com confetes e serpentinas.

Vai sair no Kuba Lança? Então vai logo comprar teu “abacu”, que está sendo vendido a 25 reais na sede do bloco (avenida Nações Unidas entre as Ruas José Serafim e General Rondon –Laguinho). É... no Kuba Lança não tem abada. É abacu mesmo.

Animadérrimo, o bloco Tu Fucu Pra Mim vem contando a história da Favela, lembrando o carvoeiro Manuel, o Mosquito, Rubens da Graça, Tia Gertrudes, Paulão e Vagalume. Fala também da criação de peixe-boi que existia no bairro, das domingueiras do Pecó, do marabaixo e da escola de samba Maracatu da Favela.

Piratas da Batucada oferece coquetel aos jornalistas hoje, às 16h, na quadra da escola Hildemar Maia, para apresentar à imprensa seu enredo e fantasias. Obrigada pela convite.

Ex-presidente da Liga das Escolas de Samba e de Maracatu da Favela, o radialista Rostan Martins está botando todo mundo pra se rasgar todas as manhãs no programa “Luiz Melo Entrevista”. É tanta gente aderindo a rasgação que o Meio-Dia da Imperatriz já compôs até um samba em homenagem aos “rasgados” e “rasgadas”.

Começou a venda de fantasias da escola de samba Piratas Estilizados. É no ateliê da Grande Família, na avenida Padre Manoel da Nóbrega bem pertinho do Poço do Mato.

Maracatu da Favela estará amanhã no quilombo do Curiaú, com seus ritmistas, passistas, sambistas, intérpretes e casais de mestre-sala e porta-bandeira mostrando porque é a grande campeã do carnaval amapaense.

Depois de tanto vou-não vou Aldo e Claudete voltaram para o Maracatu da Favela e já estão ensaiando junto com Dani, Darlan, Kleverson Baía e Leide Púrpura. Aliás dizem que no Maracatu não tem uma estrela, mas sim uma constelação de intérpretes. Só falta mesmo o Cafu.

Causo do carnaval

Sucuriju? Não tem

O pauteiro de uma emissora de televisão chamou o cinegrafista e disse:
- Vai lá no Sambódromo e filma o Sucuriju. Tô precisando dessa imagem
pra jogar um flash daqui a pouco no ar.
O cinegrafista pegou a câmera e se mandou pro Sambódromo. Uma hora
depois ele voltou avisando que a pauta furou.
- Mas como a pauta furou? Perguntou irritado o pauteiro.
Candidamente o cinegrafista respondeu:
- Procurei em todos os cantos do Sambódromo e não vi nenhuma cobra. Lá
só tinha gente. Muita gente sambando e cantando.Era a maior animação,
até o Rei Momo tava lá. Mas cobra não tinha nenhuma. Nem sucuriju,
nem jibóia, nem nada.

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P.S - Sucuriju é o Rei Momo de Macapá.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Mancha Negra

Nesse esconderijo só tem gente do bem e muita alegria todo domingo a partir das 12 horas.
Pode ir lá sem susto que o Coronel Cintra não vai prender ninguém e a Madame Min trocou a vassoura pelo estandarte.
O tema do bloco Mancha Negra este ano é “Semba ou Samba, não importa a Gênesi, tudo virou Carnaval”.
O Mancha desfila dia 23 com 1300 brincantes.
Ao preço de 30 reais, os abadás já estão à venda no esconderijo (avenida Padre Manoel da Nóbrega, 828, entre as Ruas Jovino Dinoá e Leopoldo Machado).

Domingo de samba no pé

Piratas da Batucada, com seus ritmistas, intérpretes, mestre-sala e porta-bandeira, é a atração hoje no badalado Bar Sassas a partir das 17 horas. Vai lá.

E no Pagode do Maurinho, a partir das 12 horas, tem Unidos do Buritizal. O samba vai rolar a tarde inteira com a bateria comandada por Irlan, o gogó de Ivo Canutti e a elegância do casal de mestre-sala e porta-bandeira Ângelo e Francisca. Haverá também a escolha da Rainha da Bateria. Oito belas jovens estão na disputa.

Para quem prefere bloco tem o “domingo carnavalesco” do Blocanal a partir das 12 horas, na avenida Mendonça Junior. E no Bar Du Pedro, ali no Mercado Central, tem a domingueira do Unidos do Pau Grande.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Confetes e serpentinas


Maracatu da Favela faz festa hoje o dia inteiro e promete varar a madrugada.

Tanto barulho, folia, samba, confetes, serpentinas, churrasco e cerveja, para homenagear o Delegado Claudionor, diretor da escola, e Mestre Riba da Favela, diretor de bateria.

Lojinha do Piratão

Já comprou sua camisa do Piratão? Já adesivou seu carro? Comprou sua fantasia?
Se você é Piratas da Batucada e ainda não fez isso porque não sabe onde encontrar camisas, adesivos, canecas, fantasias e outras coisinhas de sua escola, a partir de hoje não tem mais desculpa.
Neste sábado, às 12 horas, inaugura a lojinha do Piratão na rua Leopoldo Machado entre as avenidas Henrique Galúcio e Antônio Coelho de Carvalho.
Eu não sou Piratas da Batucada, mas vou lá comprar uma camisa que, por sinal, está muito bonita.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O pau grande

Um folião do bloco Unidos do Pau Grande ao ser entrevistado por uma repórter que cobria ao vivo o desfile dos blocos para uma emissora de rádio, tomou-lhe o microfone e gritava:
- O pau é grande, é muito grande, o nosso pau é muito grande!
Constrangida, a repórter arrancou o microfone das mãos dele e chamou os comerciais.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Outros carnavais

Ano passado após um ensaio da minha escola querida e campeã Maracatu da Favela
Intérpretes Aldo e Dani, diretor de bateria Sávio, eu, diretor de bateria Riba e intérpretes Cafu e Leide

Faixa Etária

Presidente de uma grande escola de samba, o cara foi participar de um programa de carnaval na Rádio Difusora de Macapá.
Falou do enredo, dos ensaios, do número de alas, onde comprar fantasias etc e tal.
Perguntado pela apresentadora do programa qual o tamanho das alegorias, respondeu de bate-pronto:
Nossos carros alegóricos estão na faixa de etária de 10 metros de largura por 15 metros de altura.