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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Sábado tem marabaixo na Favela

Anote aí na agenda para não esquecer:
Horário: 15 horas
Grupo: Associação Berço do Marabaixo
Local: Avenida Duque de Caxias 1203, Santa Rita

Horário: 15 horas
Grupo: Associação Zeca e Bibi Costa (AZEBIC)

Local: Avenida Mendonça Furtado 1882, Santa Rita

E no domingo tem marabaixo no Laguinho
Horário: 15 horas
Grupo: Raimundo Ladislau
Local: Avenida Eliezer Levy (Próximo a UNA) Laguinho

Horário: 15 horas
Grupo: Marabaixo do Pavão
Local: Avenida Ernestino Borges 705, Laguinho

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Para não esquecer

Em novembro de 1957 foi lançada a revista Rumo - a realização de um sonho de poetas, intelectuais e jornalistas amapaenses. Totalmente produzida no Amapá, a Rumo circulou em todo o Brasil e contava com correspondentes em vários estados. Era uma revista mensal e foi fundada por Ivo Torres, Alcy Araújo, Arthur Nery Marinho,Vilma Torres, Aluízio da Cunha, entre outros.

(Este blog é atualizado várias vezes por dia)

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Começa hoje a III Aldeia Sesc Povos da Floresta

Começa nesta sexta-feira a III Aldeia Sesc Povos da Floresta, evento que aglutina todos os segmentos de artes em 8 dias consecutivos – 1º a 8 de agosto -, em dois pólos: Sesc Araxá e Casa Brasil (Santana).

O cortejo (dando boas-vindas ao evento), com a maioria dos artistas, sairá as 17h da praça do Forte em direção ao Sesc Araxá, onde às 19h será feita a abertura oficial. Logo em seguida tem as peças Seu Portuga e a língua portuguesa, com o ator Carlos Lima no Salão de eventos (19h30) e Retratos de uma atriz, com Ruart de teatro, Teatro Porão (20h30).
Às 22h30 tem show com Sandra Lima e Adriana Raquel.

Aproveita e anota logo a programação de amanhã, sábado, pra não perder nada:
Das 9h às 13h – Oficina: palco giratório – Laboratório dramático do ator. Oficineiro: grupo Arquipélago (SP). Conteúdo: "As diversas formas para interpretar o teatro"
20h – O Porco – Arquipélago (SP). Teatro Porão.
21h – Em boca fechada não entra mosquito. Nóis seis chegando mais zuins (AP). Bambuzal (Sesc Araxá).
21h30 – Alucinada noite de Artaud – Boca de cena (AP). Salão de eventos.
22h30 – Músico: Cristian Tell e Jimmy e banda

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Alumiando

O projeto Lamparina - alumiando a cultura amapaense surge como uma alternativa para a difusão da cultura e incentivo às produções locais, através da promoção de debates e eventos que envolvam os diversos segmentos culturais.
No Projeto Lamparina a cultura está simbolizada pela luz, uma pequena luz que pretendemos irradiar e fazer da cultura um instrumento de transformação e formação do conhecimento.

A luz da Lamparina será acesa às 17h de terça-feira,18, no Teatro das Bacabeiras, e se estende até o dia 21.

Confira a programação de terça-feira:
17h – Abertura solene com as palavras do superintendente da CEF no Amapá, Raimundo Frota, do presidente da Associação dos Escritores do Amapá, Paulo Tarso, e da autora do projeto.
17h20 - Lançamento do concurso de contos "Macapá - 250 anos de história"
17h35 - Apresentação da Orquestra Lira de Prata
18h10 - Apresentação da peça "Seu portuga e a língua portuguesa"
18h50 - Abertura da Feira de Livros e da exposição de Artes Plásticas e Coquetel

19h - Bate-papo com o escritor
19h30 Palestra e Mesa Redonda sobre Marketing Cultural

Palestrante: Gian Danton/Ivan Carlo

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Ricardo Pontes no Projeto Lamparina

O professor e poeta Ricardo Pontes participa do Projeto Lamparina - alumiando a cultura amapaense. Ele será um dos debatedores da mesa redonda sobre Literatura Amapaense. Além disso estará no "Bate-papo com escritor", no sarau e nas tardes de autógrafo.
Ricardo Augusto dos Santos Pontes, é professor, formado em Licenciatura Plena em Letras e Marketing e Comunicação, publicou os livros Raízes do Amanhã e Gotas da Imaginação e o CD Acalantos Poéticos.
Fundou, com José Pastana e Leão Zagury, o Clube dos Poetas.
foi premiado em Belém-Pará com o Projeto Fórum Literário da Amazônia, junto com José Pastana e Leão Zagury, Participou da XVII Feira Panamazon do Livro como palestrante sobre o tema "Existe Literatura na Amazônia?".
Foi premiado em Belém do Pará com o Projeto Fórum Literário da Amazônia e este ano recebeu do Conselho de Cultura do Amapá o prêmio Pitumbora por sua luta pela valorização da cultura amapaense.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Gian Danton no Projeto Lamparina

Professor universitário, mestre em Comunicação, jornalista, escritor e roteirista de quadrinhos, Gian Danton, pseudônimo de Ivan Carlo, está no Projeto Lamparina - alumiando a cultura amapaense. Ele vai palestrar sobre marketing cultural, terça-feira, 18, no Teatro das Bacabeiras. Uma pesquisa no Google sobre ele aponta 42.300 resultados.

Gian Danton já trabalhou em diversas editoras do Brasil e do exterior. Seus trabalhos mais recentes incluem a graphic Manticore, ganhadora de diversos prêmios, inclusive o Ângelo Agostini de melhor roteirista. Outro trabalho recente foi o texto para o álbum War – histórias de guerra, desenhado pelo veterano Colonesse, lançado pela Opera Graphica. Atualmente Gian Danton mora em Macapá e trabalha como professor universitário e escreve livros para editoras do sul-sudeste e roteiros de quadrinhos para uma editora de Portugal. O volume dois da coleção Clássicos da Literatura Juvenil, Robin Hood, também foi de sua autoria. (www.overbo.com.br)

Gian Danton
Por: Gian Danton
Meu nome é Ivan Carlo Andrade de Oliveira, mas nove em cada dez pessoas me conhece como Gian Danton.
O pseudônimo Gian Danton surgiu no final dos anos 80. Nessa época eu comecei a escrever histórias em quadrinhos, a maior parte ilustradas por Bené Nascimento (que hoje assina Joe Bennett e desenha histórias do Homem-aranha).
Naquele período tenebroso nós estávamos saindo de uma ditadura e todos acreditavam que os militares não iriam desistir tão facilmente do poder. Tanto que, toda vez que ouvíamos aquela musiquinha do plantão do Jornal Nacional, pensávamos: "Pronto, a ditadura voltou".
Bem, a diversão predileta, minha e do Bené, era sacanear os militares em nossas HQs. Tínhamos um personagem chamado Coronel Ordem que era o símbolo da ditadura. Terminava com ele louco porque sua esposa o havia corneado com um de seus superiores...
Em outra história, intitulada "Arlequim", um militar homossexual é atormentado pelas lembranças de um homem que ele torturou no tempo da ditadura.
Fazendo esse tipo de história, eu achei que precisava de um pseudônimo. Assim, quando os militares tomassem o poder, até eles descobrirem que o cara que fazia aquelas histórias era eu, eu já tinha picado a mula (na época era senso-comum entre meus amigos que deveríamos fugir em massa do país se a ditadura voltasse).
Gian Danton caiu como uma luva, pois Danton era um dos principais líderes da revolução francesa.
Tudo isso pode parecer um pouco paranóico e é mesmo. Minha avó, que passou por três ditaduras, dizia que as paredes tinham ouvidos. Umberto Eco diz que o mal do século XX é a paranóia , mas não explica porque. Em minha opinião, a grande quantidade de regimes totalitários que tivemos no século passado criou uma espécie de paranóia no inconsciente coletivo (talvez eu escreva sobre isso algum dia).
O fato é que a ditadura nunca veio e as pessoas que curtem quadrinhos e literatura passaram a me conhecer como Gian Danton.
Atualmente sou professor universitário em Macapá (onde todo mundo me conhece como Ivan Carlo).
Meu último trabalho importante na área de quadrinhos foi o roteiro da revista Manticore, que ganhou todos os prêmios possíveis, mas não deu grana para nenhum de nós.
Quando não estou dando aulas, dedico-me a escrever. Tenho vários livros publicados pela Virtual Books e mais três livros (esses impressos) lançados pelas faculdades em que leciono. São sobre redação científica, redação jornalística e cultura pop.Tenho dois filhos: o Alexandre Magno, que sabe o nome e a localização de todos os países do mundo, e a Moira, que adora sentar no meu colo quando estou escrevendo (quem descobrir as referências quadrinísticas nesses dois nome ganha um doce. Duas dicas: Watchmen e X-men).