Gitas e gitinhas
Vou ali checar se um jabuti subiu num açaizeiro.
Daqui a pouco eu volto contando as gitas e gitinhas.
Vou ali checar se um jabuti subiu num açaizeiro.
Daqui a pouco eu volto contando as gitas e gitinhas.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
7:26 AM
|
O Santana Esporte Clube, chamado carinhosamente pela torcida de "Canário Milionário" teve seus dias de glória e até exportou jogadores para outros estados.
Você reconhece os craques que aparecem nesta foto gentilmente cedida pelo empresário e ex-jogador Haroldo Pinto Pereira?
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
2:05 AM
|
Marcadores: Futebol amapaense
Juno, um jovem macapaense de 16 anos (foto ao lado) desapareceu na floresta da Guiana Francesa no dia 29 de maio e até agora não foi encontrado. O garoto mudou-se de Macapá para a Guiana há sete meses para morar com o pai Francisco de Souza Costa, um carpinteiro brasileiro de 52 anos.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
1:03 AM
|
Era uma casa muito engraçada
de 4 milhões não declarada.
Ninguém podia saber dela não
pois não constava da declaração.
Ela é de um fofo de atos secretos
dono de dólar e fundação.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
12:01 AM
|
pra se meter numa infinidade de escândalos, fazer estripulias que não acabam mais, ser representante do capeta na pátria amada e ainda dizer que não sabe, não percebeu, não é responsável por nada, não tem nada a ver com isso etc e tal, só sendo mesmo um homem incomum... e fofo.
Né não?
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
11:50 AM
|
Os casos de dengue continuam aumentando assustadoramente no Amapá.
No primeiro semestre deste ano já foram notificados mais casos do que nos doze meses do ano passado.
Em 2008 foram 2.317 casos.
Este ano, de janeiro a junho, o número chega 2.449. No mesmo período do ano passado foram 1.060 notificações.
Só em Macapá são 1.823 casos. Apesar do aumento, as campanhas educativas e ações de combate ao mosquito da dengue são tímidas.
Pouco se fala e menos se faz para para combater o Aedes aegypti.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
10:34 AM
|
Mais um grande desastre ambiental acontece na área de garimpo do Vila Nova e as autoridades ficam caladinhas de braços cruzados.
No final de semana a barragem de contenção de rejeito foi rompida despejando todo o material particulado no leito do rio Vila Nova, que vem sofrendo constantes e graves danos pela atividade garimpeira.
O Ibama, embora tenha sido comunicado do fato, não esteve na área.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
10:04 AM
|
O que o vento não levou
Mario Quintana
No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento...
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
5:45 AM
|
O vereador de Macapá Clécio Luís (PSOL) participa hoje na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional (CAINDR) da Câmara dos Deputados de audiência pública a respeito das terras de marinha. Nos últimos seis anos, o parlamentar atuou junto aos moradores que residem nas áreas de marinha na tentativa de dar um direcionamento às falhas que se arrastam desde a década de 90.
As experiências obtidas no município serão levadas e apresentadas em Brasília pelo vereador. Durante a audiência pública, Clécio irá falar da evolução do conceito da taxa de marinha, de seus acrescidos e dos impactos no caso concreto de Macapá. Além disso, ele mostrará as irregularidades na forma em que o cadastramento foi feito, resultando na ação da Defensoria Pública da União que ingressou com ação civil pública pedindo anulação da cobrança em Macapá. “Queremos de imediato dar continuidade ao que propomos na audiência pública da Câmara de Macapá, ou seja, integrar e fomentar o movimento nacional pelo fim da cobrança da taxa, através de mudança da legislação. Essa taxa é um obstáculo ao desenvolvimento e a justiça social, sobretudo da Amazônia”, diz o vereador.
De acordo com os deputados que compõe a CAINDR, a audiência tem como principal objetivo examinar e abrir discussões a respeito do tema “Terras de Marinha de Propriedade da União, Pagamentos de Taxas e seus Impactos Sociais”. O evento atende as solicitações dos requerimentos n° 524/09 e n° 534/09, de autoria da deputada Dalva Figueiredo e subscrito pelos deputados Sebastião Bala Rocha e Francisco Praciano.
A audiência pública será realizada em Brasília, hoje, às 14 horas, no Anexo II da Câmara dos Deputados.
(Isabelle Braña, da Assessoria de Imprensa do vereador Clécio Luís)
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
1:42 AM
|
A Embrapa participa da programação da 61ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), que começou no domingo (12) e termina na próxima sexta-feira (17), na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em Manaus.
Como parte do evento, será realizado, na próxima quinta-feira, 16/7, às 17 horas, no estande da Embrapa, o lançamento do livro “Domesticação e Melhoramento: espécies amazônicas”, escrito por cientistas brasileiros com experiência de pesquisas na Amazônia.
A obra descreve os segredos da domesticação das espécies amazônicas, como castanheira, cupuaçuzeiro, açaizeiro, seringueira, pupunheira, espécies medicinais, dentre outras. Um dos 30 autores é o pesquisador da Embrapa
Amapá, Silas Mochiutti, que assina o capítulo sobre domesticação e melhoramento do açaizeiro.
O livro tem prefácio escrito pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, cuja presença é esperada para o lançamento, na quinta-feira.
Editado por Aluízio Borém, professor da Universidade Federal de Viçosa; Maria Tereza Gomes Lopes, da Ufam e Charles Clement, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o livro foi financiado pelo projeto CTIAFAM, com a participação da Finep, Fapeam, Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus), Inpa, Ufam e UEA.
(Dulcivânia Freitas, da Assessoria de Comunicação da Embrapa-AP)
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
1:34 AM
|
Morreu agora há pouco o mais lido e respeitado blogueiro do Pará: Juvêncio Arruda.
Editor do blog Quinta Emenda, Juvêncio tinha 54 anos de idade, era economista, cientista político e publicitário.
O velório será na capela da Beneficente Portuguesa a partir das 18 horas e o sepultamento ocorrerá amanhã no cemitério Santa Izabel, às 10 horas.
No início de junho, Juca descobriu que estava com câncer - um dos mais agressivos. A doença avançou rapidamente.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
3:51 PM
|
Não tenho uma rua ladrilhada com pedrinhas de brilhantes, mas tenho um jardim que amanhece orvalhado. Nesta rosa que escolhi para te oferecer as gotas de orvalho parecem pedrinhas de brilhantes. Não é linda? Assim desejo que seja tua semana: linda, brilhante, perfumada.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
11:03 AM
|
Marcadores: meu jardim
Um incêndio na madrugada de hoje destruiu parcialmente o depósito da Secretaria Municipal de Educação, causando um prejuízo de cerca de um milhão de reais.
O fogo destruiu geladeiras, computadores, aparelhos de televisão e outros eletrodomésticos que seriam enviados às escolas municipais.
O fogo consumiu também 350 cestas básicas que seriam doadas aos estudantes carentes e uma grande quantidade de gêneros da merenda escolar.
O prefeito Roberto Góes desconfia que o incêndio foi criminoso.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
11:00 AM
|
Faleceu hoje José Epifânio de Souza. Era compadre do meu pai.
Nascido em Peixe-Boi, Epifânio chegou por aqui tão logo foi criado o Território Federal do Amapá e exerceu altos cargos na administração amapaense. Quando se aposentou, no inicio dos anos 80, resolveu cursar Direito na Universidade Federal do Pará. Formado, ficou no Pará militando nas áreas trabalhista, tributária e agrária.
Epifânio morreu em Belém neste domingo.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
11:58 PM
|
30 anos da fundação da Associação dos Engenheiros Florestais do Amapá
Alcione Cavalcante e Laércio Aires
Há 30 anos um grupo de 12 engenheiros florestais fundou a Associação dos Engenheiros Florestais do Amapá - AEFA, estes já anteviam que a semente que estava sendo plantada cresceria em curto espaço de tempo.
A profissão é nova no Brasil, existe há 49 anos. A primeira escola foi fundada em Minas Gerais em 1960 pelo Presidente da República Juscelino Kubitschek. Verifica-se que apenas 19 anos nos separam daquele marco inicial cujo objetivo e a correta administração e gestão aos recursos florestais do país. Hoje contamos com cento e sessenta profissionais associados à AEFA, prestando serviço à sociedade amapaense. A semente germinou e a árvore cresceu.
Ao comemorar 30 anos da AEFA, sabemos que muito já foi feito, mas muito ainda falta fazer, pois grandes são os desafios que estão por vir. Só agora o Estado está se preparando e planejando a exploração de suas riquezas naturais renováveis, produtos e subprodutos da floresta.
O compromisso dos pioneiros foi de educar a sociedade quanto à utilização dos recursos naturais renováveis visando à sustentabilidade para assegurar as gerações futuras um meio ambiente saudável.
Se voltarmos no tempo, e sem querer ser saudosista verificamos que este sucesso foi decorrente da ocupação dos espaços institucionais, pelos profissionais de engenharia de florestas, daí o sucesso na realização dos trabalhos, que é comprovado, quando se constata ser o Estado do Amapá o mais protegido do Brasil.
Isto é a prova de quanto estes profissionais cumpriram com sua missão com presteza e dedicação. Para que a sociedade conheça a importância dos profissionais da Engenharia Florestal, faremos um breve relato de alguns trabalhos desenvolvidos por estes profissionais que, visando deixar como legado as gerações futuras e á sociedade um ambiente cada vez mais saudável. Exemplo que vem está sendo seguido com muita determinação pela nova geração de profissionais de florestas.
A contribuição no plano institucional é notável. Com efeito, em 1976 foi criado em Macapá um posto de fiscalização do IBDF subordinado ao Estado do Pará, dois anos depois um estudo feito por Engenheiros Florestais transformava o posto em DELEGACIA DO IBDF do Amapá, com autonomia e quadro funcional próprio. Posteriormente, foi construída a sede da instituição e a implantação de postos de fiscalização nas localidades de Bailique, Afuá, Jarí e Tartarugalzinho.
Aspetos legais também receberam aporte dão labor da classe, entre os quais destacamos a significativa participação na elaboração dos anteprojetos de lei que instituíram a Lei Estadual de Florestas, Código Ambiental do Amapá e o Sistema Estadual do Meio Ambiente. Estes últimos em companhia de outros profissionais, dentre os quais permitimos citar os agrônomos ilustres Iraçu Colares e Genésio Cardoso do Nascimento.
A digital dos florestais também se encontra na criação do Departamento de Recursos Naturais da antiga Secretaria de Agricultura, que passou a coordenar e executar as ações na área ambiental do Território. Foi o embrião da Coordenadoria do Meio Ambiente, posteriormente transformada em Secretaria de Estado. Registre-se ainda a recente, mas não menos importante criação do Instituto Estadual de Florestas, que já demonstra peso institucional e sinaliza com promissoras ações na área de gestão florestal e de serviços naturais.
Os primeiros trabalhos de educação ambiental registram o Informe Ecológico, veiculo destinado aos estudantes, quando ainda pouco se tratava do assunto na Região, e já grande preocupação com a conservação da biodiversidade, externada através de campanhas de prevenção ao fogo e proteção dos cerrados, já no final da década de setenta.
O painel das unidades de conservação, não seria tão expressivo sem a participação destes profissionais. Estudos técnico-científicos realizados que culminou com a criação das primeiras Unidades de Conservação do então Território Federal do Amapá, no caso a Reserva Biológica do Lago Piratuba, o Parque Nacional Cabo Orange e Floresta Nacional do Amapá, tiveram sua contribuição técnica. No espaço estadual, são de lavra de florestais os estudos que levaram a criação da REBIO do Parazinho, da REBIO da Fazendinha e da Floresta Estadual do Amapá, segunda maior Unidade de Conservação do Estado e uma das maiores do Brasil.
Implantamos também, o Projeto “Quelônios do Amapá”. Hoje uma realidade que além de estudar tartarugas e tracajás, repovoa nossos rios e lagos com tais espécies. É um projeto inovador ainda hoje, que foi instalado nas localidades: Parazinho, Pracuúba e Aporema, sendo o pioneiro na Amazônia em pesquisa e manejo com o tracajá, servindo de modelo para toda a Amazônia. Esse projeto,assumimos, deve-se sua existência à perseverança e determinação do Dr Rubens da Rocha Portal, Engenheiro Florestal de boa cepa.
Os florestais operaram e operam amplamente no setor produtivo do estado, principalmente na elaboração e condução de projetos de Manejo Florestal, em especial de espécies madeireiras e do açaí, ainda hoje de grande importância na formação do PIB estadual.
Finalmente, destacamos a criação do Distrito Florestal do Amapá, posteriormente transformado em Área Prioritária para Florestamento/Reflorestamento, que possibilitou ao Amapá, atrair empresas e incentivos fiscais, destinados inicialmente ao plantio de pinus e dendê e mais recentemente ao eucalipto. O que talvez seja a iniciativa produtiva mais exitosa da história do Amapá. Convém registrar que a capacidade de associar produção e conservação, tem nestes projetos florestais seu mais exuberante feito, exemplo seguido por outras empresas do Brasil e do exterior. Seguramente em nenhum lugar do País, as áreas de reserva legal e de preservação permanente foram tão respeitadas e protegidas. Deve-se isso com certeza a Renato Ribeiro, a Paulo Souto, a Rui Régis a Luiz Alberto, entre outros colegas, que introduziram na cultura de respeito à norma, mas principalmente, ao meio ambiente.
Evidentemente que não pretendemos aqui esgotar todos os feitos da classe, nem era essa nossa pretensão, mas apenas resgatar alguns momentos da trajetória de nossa profissão. Aceitamos contribuições.
Postado por
Alcinéa Cavalcante
às
12:10 AM
|
O mínimo indispensável
Dom Pedro José Conti, Bispo de Macapá
Na vida de Santo Antão, um dos padres do deserto, se lê esta história.
Um jovem desiludido da vida decidiu ser monge. Vendeu todos os bens reservando para si somente o indispensável. Em seguida, apresentou-se a Santo Antão. Este o acolheu com bondade e perguntou-lhe se realmente tinha renunciado a toda riqueza.
– Sim – respondeu o jovem – Vendi tudo o que possuía, guardei somente o mínimo indispensável.
O Santo deu-lhe a seguinte ordem: - Se quiser ser monge de verdade, vá à aldeia mais próxima, compre um bom pedaço de carne, vista essa carne como se fosse uma roupa e depois volte para mim.
O jovem ficou intrigado com a recomendação, mas, confiando na sabedoria de Antão, obedeceu. Comprou a carne, cortou-a em fatias muito finas e colocou-as no seu corpo. Assim enfeitado, com aquela roupa tão esquisita, tomou o caminho do retorno. Foi uma volta bem amarga. Logo que saiu da aldeia, vários cachorros famintos foram atrás dele, abocanhando as carnes. Incontáveis insetos vorazes zumbiam e ferravam o seu corpo. Os urubus das redondezas também começaram a disputar o presente inesperado. O jovem chegou todo ensangüentado aos pés de Santo Antão que lhe falou:
- Viu? Aqueles que deixam tudo, mas, ao mesmo tempo, querem reservar-se o mínimo indispensável, acabam como você. Aquele mínimo de riqueza logo se tornará para eles um sofrimento insuportável.
Sempre achamos essas histórias antigas muito radicais. Pensamos serem outros tempos. É verdade, aqueles homens se foram. Contudo no evangelho de domingo, 12, Jesus envia os doze para irem às casas das redondezas sem levar praticamente nada.
A razão dessa pobreza material se chama liberdade. Não é, porém, a leveza de quem não carrega nada porque não quer se fadigar, ou porque sabe que encontrará tudo lá onde chegar. É a simplicidade de quem acredita no único tesouro que leva consigo no coração: a boa notícia do Reino, por causa do qual eles devem convidar as pessoas à conversão. Se carregassem muitas coisas, a viagem ficaria mais difícil; e a luminosidade do anúncio poderia ser ofuscada pelas aparências dos enfeites. De certa forma, nem as pessoas dos apóstolos devem aparecer, porque não estão dando testemunho próprio ou das suas idéias. No centro de tudo está a boa notícia que o Reino de Deus chegou! Nada, nada mesmo, deve atrapalhar.
Mais uma lição para nós que, às vezes, achamos que o nome do pregador famoso, seja mais importante do que a mensagem. Ou pensamos que a organização chamativa do tal grupo desperte mais atenção do que o próprio Senhor. Pobreza, então. Ordem de Jesus.
A liberdade é coisa séria. Não vale somente para os discípulos, vale também para os que podem ou não acolhê-los. Com efeito, os apóstolos não devem ficar nas casas para convencer de todo e qualquer jeito as pessoas, custe o que custar. Os que abrem as suas casas devem sentir-se livres de aceitar ou de rejeitar o anúncio do Reino. Imposições, ameaças, truques, presentes e promessas, não combinam com a alegre acolhida da Palavra do Senhor. Somente um coração livre é capaz de abrir-se à novidade da paz e do amor que os grupinhos dos apóstolos, de dois em dois, vão testemunhando. À liberdade e à simplicidade dos mensageiros deve corresponder à livre escolha de quem acolhe, para que não seja algo de superficial e de emocional, mas revele a transformação sincera da própria vida. Nenhum poder então, nenhuma imposição. Somente a liberdade do coração para que também a gratuidade do amor de Deus possa manifestar-se num encontro libertador com a pessoa amada.
Para quem recusar sobrará a poeira dos pés. Quem sabe, também a lembrança de uma ocasião livremente perdida.
687474703A2F2F7777772E6573746164697374696361736772617469732E636F6D2F636F6E7461646F72657320677261746973687474703A7777776368696E746169736167617368696E65746B6579776F72643234325F32
|
| 英会話スクール |