quarta-feira, 5 de agosto de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Milton Sapiranga especial para o blog
COMÉRCIOS DA MINHA INFÂNCIA
Milton Sapiranga Barbosa, especial para o blog
A Casa Duas Estrelas – que ficava ali onde hoje é a Funasa - era uma casa que vendia de tudo, tendo a frente um português de sorriso fácil, o senhor Manoel Pinheiro, que costumava dar bombons para a molecada, como forma de garantir a freguesia. O moleque sempre preferia cumprir o mandado dos país na Casa Duas Estrelas.
Essa estratégia deu certo até que o senhor Amim Richene, concorrente de bairro, que tinha seu comércio onde hoje é a Ótica Menina descobrisse porque eu e outros moleques passávamos em frente ao seu estabelecimento e íamos comprar no comércio rival. Seu Amim Richene, que também era estrangeiro e muquirana, passou a agradar a meninada com caramelos e às vezes donzelas. Mas, mesmo assim, a maioria preferia ir na Casa Duas Estrelas, até por recomendação dos pais, já que seu Manoel fazia questão de manter seu comércio bem “sortido” e, a bem da verdade, vendia bem mais em conta e às vezes fiado, coisas que seu Amim não praticava.
Seu Zito, Ziló, Walter, a esposa e os filhos Gil, Fátima e Gilberto Pinheiro, também ajudavam no aviamento dos fregueses.
Já o seu Amim Richene, às vezes era evitado, porque tinha um ferimento na perna, que provocou muita zoeira e até briga entre moleques, pois quando alguém estava com uma donzela ou pão doce nas mãos, se deliciando com um copo de garapa ou um flip guaraná, era logo indagado: é do seu Amim? resposta positiva, vinha logo a gozação: agorinha entrei lá e ele estava coçando a perna. Cansei de jogar donzela e pão doce à distância.
Esses dois comércios (ambos ficavam na Mendonça Furtado c/ Leopoldo Machado) e seus donos e balconistas (alguns deles já nos deixaram) fazem parte de minha infância no bairro da Favela, onde, contrariando o saudoso Cartola, eu era feliz e sabia.
(Milton Sapiranga Barbosa é uma das pessoas por quem tenho grande admiração e carinho. Moleque criado no bairro da Favela e amante dos esportes, muito cedo começou a trabalhar como repórter esportivo na Rádio Difusora de Macapá. Era, ao lado de Almir Menezes, um excelente repórter ponta de gol. Digo pra vocês que quando comecei a fazer jornalismo esportivo, lá pelo comecinho dos anos 70, ficava observando o Milton e o Almir para aprender com eles)
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Alcinéa Cavalcante
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
Eles brilharam no Glycerão
Olha aí o Esporte Clube Macapá na época que o Wilson Sena (o último em pé à esquerda) jogava. Alô, Milton Sapiranga, Paulo Silva, Humberto Moreira e demais amantes do futebol, vamos identificar esses craques.
(Foto cedida ao blog por Haroldo Pinto Pereira)
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Alcinéa Cavalcante
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2:10 AM
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sexta-feira, 17 de julho de 2009
Puxa-saco faz cada uma...
Na reunião de ontem da Federação Amapaense de Futebol para tratar do campeonato que começa em setembro, um "iluminado" movido por um puxassaquismo sem limites sugeriu que o nome do troféu a ser dado ao campeão seja "Waldez Góes". Uma outra proposta indicou o nome do desportista e jornalista Wilson Pontes de Sena.
O governador Waldez Góes não tem história no futebol. É um simples e comum - e nem tão animado - torcedor do Ypiranga Clube.
Wilson Sena tem uma longa e rica história no futebol amapaense. Foi de jogador a presidente da Federação e ainda hoje, apesar da idade, continua trabalhando pelo futebol amapaense como dirigente do Macapá, seu clube de coração.
Prevaleceu o bom senso. A maioria dos dirigentes de clubes votou na proposta que denomina "Wilson Sena" o troféu a ser dado ao campeão amapaense de 2009.
Daí, os adversários do governador começaram a fazer piadinhas e espalhar que ele não ganha mais eleição no Amapá nem pra ser nome de troféu.
Numa saia justa, agora a Federação estuda a possibilidade de fazer dois troféus: o "Waldez Góes" e o "Wilson Sena"- um deles seria para o campeão do primeiro turno. É mais um mico que os "frangueiros" vão pagar.
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Alcinéa Cavalcante
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1:03 PM
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Eles brilharam no Glycerão
O Santana Esporte Clube, chamado carinhosamente pela torcida de "Canário Milionário" teve seus dias de glória e até exportou jogadores para outros estados.
Você reconhece os craques que aparecem nesta foto gentilmente cedida pelo empresário e ex-jogador Haroldo Pinto Pereira?
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2:05 AM
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terça-feira, 14 de julho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
É verdade?
Ouvi por aí que Junior Baiano será um dos reforços do Esporte Clube Macapá no campeonato amapaense deste ano.
Me disseram que a diretoria do Macapá está hoje no Rio de Janeiro acertando os detalhes da contratação.
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2:02 PM
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Eles brilharam no Glycerão
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8:00 AM
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Eles brilharam no Glycerão
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3:00 AM
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terça-feira, 2 de junho de 2009
Eles brilharam no Glycerão
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1:16 AM
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domingo, 26 de abril de 2009
Eles brilharam no Glycerão
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12:38 AM
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Eles brilharam no Glycerão
Leoremir e Bil, com Mané Garrincha, no Glycério Marques. A foto é de quando Garrincha estava se despedindo do futebol. O jogo de despedida de Garrincha aqui em Macapá foi entre São José e Ypiranga. Ele jogou nos dois times - um tempo (45 minutos) em cada.
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1:33 AM
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
Eles brilharam no Glycerão
Olha só esse timaço do São José. Era uma verdadeira máquina nos anos 70.
Vamos identificar esses craques?
Eu começo: em pé, da esquerda para a direita: Temica, Haroldo Pena, Zezinho Macapá ... continuem.
E ganha um Ovo de Páscoa com recheio de cupuaçu quem acertar quem é o repórter que está entrevistando um dos craques. Perceberam o modelito dele? Ele usa calça quadriculada. Não. Não ria! Naquele era época não era cafona. Ele estava super na moda :)
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2:28 PM
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quarta-feira, 2 de julho de 2008
Do baú do Ronaldo
Recebi do Ronaldo Monteiro a foto e o texto e compartilho com vocês. Pena que a foto está pequena e um pouco desfocada, mas tá valendo.
"Esta foto foi tirada em 1987 no estádio municipal Glicério de Souza Marques em um jogo comemorativo entre as equipes do São José e Ypiranga Clube. Na ocasião, o time do São José contou em seu plantel com Edu (ex-jogador do Santos, parceiro de Pelé no ataque santista), já pelo lado do Ypiranga como podemos perceber pela foto, estava nada mais nada menos que o Rei Dadá Maravilha (ex-jogador atleticano, campeão do 1º Campeonato Brasileiro em 1971). Conversando com meu pai, que também participou deste jogo, ele me contou que foi uma partida muito dura e sendo assim o placar não poderia ser outro, ou seja, empate em 1x1. Dario se identificou tanto com a cidade, com o time do Ypiranga e lógico, com a torcida, que cinco anos após este jogo em 1992 ele retornou a Macapá para ser o técnico campeão daquele ano do campeonato Amapaense pelo grandioso Ypiranga Clube.
O TIME:
Em pé da Esq. p/ Dir.: Manoel Torres, Evandro, Adauto, Jarbas (meu pai, grande zagueiro do Ypiranga), Rodolfo, "Calado", Assis, Coelho e Paulo Cesar (bolão). Agachados: Dilermano, Ari (falecido), Dário (cabelo grisalho), Edmilson, Luis Góes (banana), Dival (falecido), Almeidinha."
(Ronaldo Monteiro)
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12:55 AM
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Do meu baú
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12:50 AM
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sexta-feira, 7 de março de 2008
Dunga no Amapá
O técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Dunga, já confirmou: estará na próxima quarta-feira em Macapá. Não que esteja interessado em algum craque tucuju.
Ele vem participar da solenidade de reinauguração da sede da Federação Amapaense de Futebol e da cerimônia de assinatura de convênios entre o Governo do Estado e federações esportivas de várias modalidades.
Dunga fica poucas horas em Macapá.
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1:03 AM
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terça-feira, 31 de julho de 2007
Por que "Bira burro"?
Dia desses, falando de futebol aqui no blog, eu quis saber de onde veio o apelido de "Bira burro" para um amapaense tido como um dos maiores craques do futebol brasileiro.
O jornalista Corrêa Neto responde em seu site:
"O Bira que não era burro.
A jornalista Alcinéa Cavalcante quer saber de onde saiu o apelido de Bira “burro”, que algum frustrado colocou no bicampeão brasileiro pelo Inter de Porto Alegre, o jogador de futebol nascido no Amapá que mais fez sucesso no Brasil. É de uma família de craques que tinha Marco Antonio, Aldo, Assis e Haroldo. Não tinha o refinamento de Haroldo, seu irmão e o mais talentoso deles, mas não tropeçava na bola. Jogador medíocre não jogaria num time que tinha Falcão, Batista e dom Elias Figueroa, entre outros. E ele jogou. Na época do Bira no Internacional, foi registrado uma transação singular no mundo do futebol. No interior do nordeste, um clube tirou um jogador de um outro pagando com a moeda forte da região, um jegue. Algum tempo depois Bira perdeu um gol desses que centro-avante fica com vergonha de perder e um locutor apaixonado não perdoou: “tinha que ser o Bira burro”, bradou e completou: “também, o cara foi trocado por um jumento”. Confundiu tudo. O apelido não pegou, para azar dos gremistas e alegria dos colorados, que ainda hoje têm saudades dos gols que o nosso negrinho fazia."
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Alcinéa Cavalcante
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5:16 PM
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domingo, 29 de julho de 2007
Nem fui
Nem fui ao estádio ver o Trem sagrar-se campeão do futebol amapaense-2007 ao derrotar o Cristal, ontem à noite, com um gol de Demir aos 25 minutos do primeiro tempo.
Quando eu me arrumava pra ir uma forte chuva desabou. E quando chove, gostoso mesmo é ficar em casa.
Gosto de ir ao estádio vez por outra (em Macapá nós NÃO falamos “ir ao campo”). Fui repórter esportiva nos anos 70.
Quando comecei no jornalismo esportivo, o estádio Glycério Marques – chamado de gigante da Favela – ainda não tinha iluminação. Os jogos só eram realizados domingo à tarde. A preliminar começava às 14h, sob um sol de rachar, e às 16h iniciava a partida principal.
Mais tarde, o Glycerão passou por uma grande reforma, ganhou iluminação e um gramado muito melhor que os do Baenão e da Curuzu, de Belém.
Para a reinauguração o governo do Amapá mandou buscar a Seleção Brasileira de Amadores. Éder Aleixo de Assis, ponta-esquerda do Atlético Mineiro, era reserva da Seleção. Entrou no segundo tempo e não fez nenhum gol. Mesmo assim resolvi entrevistá-lo e ele me falou que seu sonho era disputar uma Copa do Mundo – sonho de praticamente todos os jogadores – e que, portanto, eu não me surpreendesse quando ele fosse convocado, pois tinha certeza que isto iria acontecer. E aconteceu. Alguns anos depois, lá estava Éder disputando uma Copa do Mundo com a camisa amarelinha.
Cobrindo o campeonato brasileiro de futebol entrevistei tricampeões do mundo, como Edu e Clodoaldo. Por várias vezes entrevistei Zico e tantos outros craques que fizeram a alegria de milhares de torcedores.
Aliás, nessa época aconteceu um fato engraçado. O Santos estava em Belém para jogar contra o Clube do Remo e eu teria que entrevistar o tricampeão do mundo Clodoaldo. O técnico do Santos cismou que eu queria era “tietar”. Para ele eu era uma fã que estava querendo me passar por repórter só pra chegar perto do ídolo. Quando exibi minha carteirinha de repórter, ele ficou desconcertado e surpreso, pediu mil desculpas e que eu entendesse a sua desconfiança, afinal não era comum uma mulher cobrir futebol. Era a primeira vez que ele via uma mulher fazendo jornalismo esportivo. Já muito atencioso ele chamou Clodoaldo para me conceder a entrevista e também se colocou à disposição para me dar todas as informações sobre o time, a tática que usaria neste jogo, escalação e tudo o mais.
Mas, voltando ao futebol amapaense. Todas as tardes eu ia cobrir os treinos dos principais times e, no domingo, por volta das 13h me arrumava (sempre calça jeans, tênis e blusinha de malha), colocava na bolsa a caneta e o bloquinho de papel e lá ia pro estádio a três quarteirões de minha casa. Cobria qualquer jogo, mesmo os mais insignificantes como União x 13 de Setembro. Dois clubes tão pobres que certa vez jogaram de chulipa, pois não tinham dinheiro pra comprar chuteiras.
Minha paixão mesmo era cobrir os clássicos Ypiranga x São José e Macapá x Amapá, este era chamado de “clássico vovô”, já que Macapá e Amapá eram os clubes mais antigos. Eu era torcedora do São José, mas adorava ver o Macapá jogar. Confesso que muitas vezes torci mais pelo Macapá do que pelo meu time. Tanto que até hoje ainda lembro o timaço do Macapá que sagrou-se campeão do I Copão da Amazônia. Vamos lá: Aluísio, Castelo, Albano, Assis e Nariz; Aldo e Aldemir França; Haroldo Santos, Bira, Marco Antônio e Barradas.
Logo depois do Copão da Amazônia o Paysandu, de Belém do Pará, veio buscar Aluísio, Albano e Bira. Aluísio não brilhou no futebol paraense porque o técnico Juan Alvarez não gostava de “goleiro baixinho”. Albano andou por Minas Gerais e depois sumiu do cenário. Bira – que não sei porque a mídia nacional apelidou de “Bira Burro”( se você sabe, por favor, me conte)- foi o amapaense que mais brilhou Brasil a fora. Campeão brasileiro várias vezes, artilheiro dos clubes por onde passou, recentemente ele foi homenageado pelo Internacional. Hoje é técnico do Amapá Clube.
Outro que orgulhou o povo amapaense foi Aldo, que do Macapá foi para o Paysandu e de lá chegou ao Fluminense, atuando como titular na lateral esquerda. Dizem que Aldo só não foi para a Seleção Brasileira porque fraturou a perna às vésperas da convocação.
Aldo é irmão de Bira.
Uma particularidade do Macapá era que contava em seu time titular com cinco irmãos. Filhos de Erundino e Joana do Espírito Santo, os irmãos Marco Antônio, Haroldo Santos, Assis, Aldo e Bira eram titulares do Macapá na mesma época.
Não sei de nenhum outro time de futebol neste país que tenha ou tenha tido tantos irmãos jogando juntos.
Se você sabe, me conta aí na caixinha de comentários ou mande-me um e-mail (alcinea.c@gmail.com)
Também brilharam por aí Roberto Gato (no Nacional, de Manaus) e Jason (no Flamengo), entre outros.
PS. Qualquer dia vou contar aqui uns “causos” do futebol amapaense.E se você tiver algum "causo" pra contar manda pro meu e-mail que a gente publica aqui no blog.
Outro PS - A cobertura completa da decisão do campeonato amapaense de futebol-2007 está no blog futebolamapaense.zip.net
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Alcinéa Cavalcante
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3:02 AM
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segunda-feira, 23 de julho de 2007
Livro e futebol
O radialista Jara Dias sugeriu hoje em seu programa, Panela do Povo, que o ingresso para as finais do campeonato amapaense de futebol seja um livro. Assim seria possível montar pequenas bibliotecas nos bairros dos dois clubes finalistas: Trem e Cristal.
Esse blog apóia a idéia.
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Alcinéa Cavalcante
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9:46 AM
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